O uso e dinâmica do estacionamento rotativo em condomínios é sempre um tema delicado, tanto para o síndico quanto para os condôminos. Organização das vagas, prioridades e danos estruturais são alguns dos problemas que cercam esse espaço, causando dores de cabeça nas assembleias em que o assunto é discutido.

Em construções mais recentes, as vagas já são melhor planejadas. Aliás, seu uso pode variar dependendo da metragem do empreendimento e do município, segundo a legislação urbanística.

Já em ambientes mais antigos, o estacionamento rotativo em condomínio pode se transformar em um verdadeiro motivo de discórdia. Neste artigo, vamos explicar melhor sobre esse tema. Continue a leitura!

Como funciona um estacionamento rotativo em condomínio?

Nesta condição, as vagas de garagem rotativas são indeterminadas. Isso significa que não há um compromisso de servir um morador específico ou manter qualquer vínculo com os imóveis.

Uma outra situação, além do perfil do morador, é administrar as vagas para visitantes também. Como existem vagas melhor localizadas, o estacionamento funciona com o auxílio de rodízio, permitindo que os moradores revezem as vagas. Há, ainda, outras

Desta forma, conforme as vagas forem sendo preenchidas, a equipe de portaria deve estar atenta à capacidade total disponível a fim de evitar transtornos.

Nesse caso, conhecer a lei do condomínio é essencial para saber quais as atribuições do síndico na gestão das áreas condominiais.

Quais são as principais regras desse modelo?

Estacionamento de quem chegar primeiro

Em muitos condomínios, não existe um período para fazer o rodízio de vagas. Elas são definidas de forma absolutamente rotativa: estaciona quem chegar primeiro. Problemas costumam aparecer quando não fica estabelecido um período de permanência máxima — normalmente de 48 horas nas vagas.

Locação de vagas para terceiros

Conforme a Lei Federal 12.607/12, é proibida a venda ou o aluguel de vagas de garagem para não moradores. Esses espaços só podem ser locados caso haja um consenso em reunião, descrito no Regulamento Interno. Por isso, é sempre importante compreender a importância do estatuto do condomínio.

Quais são os principais problemas enfrentados?

A escolha da vaga é uma das principais fontes de problema quando não há regras bem estabelecidas. Uma boa medida para evitar discussões é tornar os combinados claros nas reuniões, nos documentos e murais.

Além disso, idosos e deficientes merecem atenção especial. O Estatuto do Idoso e o Decreto 5.296/2004 estipulam uma quantidade de vagas para essas pessoas em estabelecimentos comerciais.

Há condomínios que seguem a porcentagem estabelecida, destinando 5% de suas vagas em estacionamentos para idosos e 2% para deficientes. Nesse caso, vale a pena sinalizar as reservas, definindo nas reuniões multas para quem as descumprir.

Outro caso aparentemente simples, mas que pode trazer perturbações, é a circulação de bicicletas, patins ou skates em áreas reservadas para carros. O trânsito de brinquedos, por trazer riscos tanto aos motorista quanto aos próprios moradores, deve ser proibido.

Você pode encontrar estratégias para reforçar a comunicação da regra de que toda criança precisa estar acompanhada de um adulto nos estacionamentos. Nesse caso, aproveite também para definir uma velocidade máxima e a necessidade do uso de farol.

Como usar a tecnologia a favor

Como você deve ter visto, lidar com estacionamento rotativo em condomínio não é tarefa simples. Um facilitador, neste caso, é contar com a tecnologia.

No caso da solução de controle de acesso oferecida pela INFOX, por exemplo, é possível controlar a disponibilidade de vagas por lote/unidade habitacional, facilitando o controle de entradas com veículos de visitantes e prestadores de serviço.

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