A tecnologia a favor do controle de acesso em condomínios é uma realidade que está cada vez mais presente no cotidiano dos síndicos e condôminos, suprindo uma parte significativa das necessidades voltadas para a segurança e praticidade.

Cheio de responsabilidades e afazeres que requerem conhecimento e jogo de cintura, o síndico deve lidar com uma carga muito pesada de atribuições. Por isso, ele deve ser o mais interessado na informatização dos processos, já que esse é o melhor caminho para a redução de erros, minimização de riscos e potencialização dos benefícios.

Neste artigo, vamos abordar algumas práticas que comprovam as vantagens da tecnologia a favor do controle de acesso em condomínios. Continue lendo e comprove!

Biometria

Um dos momentos mais críticos da segurança habitacional é a entrada no condomínio, pois ela representa a possibilidade de abertura para pessoas com más intenções.

A tecnologia de reconhecimento biométrico, portanto, é um ótimo meio de combater esse tipo de risco, além de ser uma das mais eficientes do mercado.

Por meio de escaneamento de impressões digitais cadastradas em um sistema, a entrada de pessoas pode ser autorizada ou negada, após confirmação em um banco de dados, mantendo o ambiente mais protegido.

Esta alternativa é tão eficiente que atualmente algumas marcas que oferecem tecnologia de ponta garantem o reconhecimento, inclusive, de dedo falso, eliminando qualquer possibilidade de fraude e garantindo, portanto, a eficácia no controle de acesso e a segurança do condomínio.

Tag veicular

Utilizando tecnologia por rádio frequência (RFID — sigla para Radio-Frequency Identification), esta modalidade é indicada para condomínios que demandam por agilidade em relação ao fluxo de entrada e saída de veículos, garantindo mais segurança e eficiência no controle de acesso.

O tag veicular ainda tem a vantagem de garantir o cadastro atualizado do morador que o utiliza, pois está associado a um veículo e evita, desta forma, o compartilhamento de uma chave de acesso (como o cartão de proximidade ou compartilhamento de senha).

Cartão de proximidade

A utilização do cartão de proximidade também utiliza a tecnologia RFID descrita no tópico acima e ajuda a manter o controle de acesso no condomínio. Eles funcionam como chaves eletrônicas, autorizando a entrada ou saída de pessoas de forma prática e funcional.

Ao optar por esta tecnologia, basta que o morador ou visitante liberado aproxime o cartão em um leitor específico para ter acesso ao condomínio.

Essa tecnologia pode ser aplicada não apenas nas entradas principais, mas também em áreas comuns, como piscinas, salões de festa, academias, etc.

O cartão de proximidade é bastante utilizado como opção para não moradores, como visitantes e prestadores de serviço, por garantir o alto fluxo de acessos. Mas vale ressaltar que a tecnologia deve ser associada ao procedimento de identificação pela equipe de portaria para garantir a segurança do condomínio.

Digitação de código de acesso

Atrelado a um equipamento com teclado numérico, a partir da digitação de um código, pode liberar ou bloquear o acesso.

Esta é uma das soluções mais simples e de menor custo comparada às demais, porém, pode ser bastante eficiente se vinculada à triagem e liberação mediante checagem da equipe de portaria e, obviamente, após cruzamento de dados do sistema.

Assim como todas as outras tecnologias acima apresentadas, é possível, atrelado ao sistema de controle de acesso, cadastrar uma senha de alerta — também conhecida como alerta de pânico — em caso de alguma ação criminosa (como uma abordagem por indivíduos não autorizados, um possível sequestro, entre outras).


Controle de acesso: o guia para garantir a segurança do condomínio
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Monitoramento remoto (portaria virtual)

A portaria informatizada é outra vantagem tecnológica que pode ser instalada para melhorar a segurança e, ao mesmo tempo, reduzir custos.

Com foco em condomínios verticais — devido ao menor fluxo de acesso e, em alguns casos, oferecer uma infraestrutura reduzida de portaria — trata-se de um sistema controlado por uma central externa, também especializada em segurança, capaz de fiscalizar as câmeras e atuar com imediatismo em caso de ocorrências que precisem de intervenção policial.

Ela dispensa, por exemplo, a necessidade do porteiro, oferecendo uma proposta de redução de custos e maior blindagem do local.

Em relação ao controle de moradores e visitantes, todo o procedimento de consulta, cadastro e liberação (ou bloqueio) de acesso é feito remotamente, a partir do monitoramento contínuo da portaria, além de contar com um sistema integrado aos equipamentos, que podem ser um dos já abordados por aqui: reconhecimento biométrico, cartão de proximidade, código de acesso, etc.

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