Provavelmente, você já ouviu falar no Sistema Público de Escrituração Digital, mais conhecido como SPED, que foi oficialmente criado em 2007, com a promulgação da Lei 6.022. Ele pode ser entendido como um grande avanço tecnológico na comunicação entre o fisco e os contribuintes, permitindo que sejam enviados, de forma eletrônica, arquivos, tanto da escrituração contábil quanto da fiscal, da empresa para os sistemas do governo, diretamente.

Mas afinal, qual é o impacto e a importância do SPED para a sua empresa? Confira algumas definições que lhe ajudarão a entender melhor como ele funciona!

Como funciona o SPED?

O SPED funciona por meio de um software disponibilizado pela Receita Federal do Brasil (RFB) e permite que todas as empresas enviem, tanto informações fiscais quanto contábeis, baseadas na escrituração contábil. Ou seja, nos registros do dia a dia dessas empresas.

Além dessas informações, também há a geração e o envio de informações relativas a questões previdenciárias, a geração de livros e a demonstrações contábeis obrigatórias. Esses arquivos são gerados e assinados digitalmente, bem como transmitidos de forma eletrônica para o fisco.

Qual é a função do SPED?

O SPED foi criado, basicamente, para a eliminação das montanhas de papel que eram usadas na emissão e na apresentação das obrigações das empresas. Além da questão ambiental, muitas vezes, esses dados acabavam sendo perdidos ou havia problemas para seu arquivamento.

Porém, o grande objetivo foi a integração entre todas as esferas do fisco, além da padronização e do compartilhamento das informações contábeis, fiscais e relativas às operações da empresa. Além disso, o SPED garante que todas as movimentações das empresas sejam registradas, proporcionando informação em tempo real e de forma precisa. O que beneficia a todos, principalmente por diminuir a sonegação.

Como ele impacta a minha empresa?

De acordo com informações da própria Receita Federal, o SPED se iniciou com três grandes projetos, que foram a Escrituração Contábil Digital (ECD), a Escrituração Fiscal Digital (EFD) e a NF-e — Ambiente Nacional. Hoje em dia, está em produção o projeto EFD-Contribuições, além da Escrituração Contábil Fiscal (ECF). Já a partir de 2016, está previsto o início da produção do e-Social.

No caso do SPED contábil, a entrega é obrigatória para empresas do Lucro Real, porém existem algumas exceções que obrigam companhias do Lucro Presumido a entregar também. O SPED Fiscal tem, como base, as empresas produtoras e, por consequência, geradoras e pagadoras de ICMS e IPI, com algumas exceções, de acordo com o Estado do contribuinte.

Já a NF-e, ou nota fiscal de produtos, agora no formato eletrônico, a NFS-e (nota fiscal digital de serviços) e o EFD Contribuições, que substitui a declaração e apresenta o Cálculo do PIS e COFINS possuem algumas particularidades.

Integração SPED

É muito importante que seja contratado um contador, que auxiliará com a realidade de sua empresa. No caso das companhias optantes pelo Simples, a entrega ainda é facultativa, mas muitos empresários têm aderido, justamente pela otimização que o sistema permite, tornando os dados confiáveis e a empresa competitiva. Outro ponto que se tornou primordial é a utilização de um bom software contábil com integração ao SPED e também com a Escrituração Contábil Fiscal ou ECF, que foi adotada a partir de 2015 e já possui algumas alterações.

Agora que você já entendeu o que é SPED e como ele é importante não só para o fisco, mas para as empresas e toda sociedade brasileira, que tal conhecer nossa solução e entender o que ela pode fazer pela sua empresa? Não perca essa oportunidade!

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