Conteúdo atualizado em: 14/01/2019

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Você já ouviu falar em carteira digital? Apesar de ser conhecida por muitos, esse tipo de tecnologia sempre esteve muito distante da realidade dos brasileiros, visto que era um meio de pagamento adotado apenas em outros países e, muitas vezes, de forma experimental. Mas isso promete mudar.

Os principais benefícios dessas tendências para o varejo são: segurança e praticidade. Além disso, a diversidade de opções para efetuar um pagamento é eficaz para fidelizar os clientes, já que eles se sentem mais seguros e bem recebidos. Por isso, se você é do mercado, precisa ficar atento.

Quem não gostaria de soluções melhores na hora de fazer o pagamento, não é mesmo? São facilidades que a tecnologia proporciona às pessoas, e que devem ser bem aproveitadas. Pensando nisso, preparamos esta lista com sete tendências futuras para os meios de pagamento no varejo. Acompanhe a leitura para conferir!

1. Carteiras digitais

No mundo tecnológico em que vivemos, não é razoável que os pagamentos continuem sendo realizados por cheques, cédulas ou moedas, certo? Tanto é que, hoje em dia, é muito raro vermos uma pessoa com cédulas na carteira, pois a maioria utiliza cartões de crédito.

Todavia, as mudanças continuam acontecendo, e em pouco tempo os cartões também não serão as principais opções dos consumidores.

Já imaginou poder fazer e receber pagamentos por meio do seu dispositivo eletrônico? Pois as carteiras digitais oferecem justamente essa facilidade, realizando operações de maneira mais rápida e cômoda. Assim, enquanto as carteiras tradicionais guardam cédulas, cartões e moedas, as carteiras digitais armazenam dados pessoais e financeiros do usuário no mundo virtual.

Para usar esse tipo de serviço é preciso criar uma conta com uma empresa prestadora do serviço, como o PayPal, por exemplo. Feito isso, basta cadastrar algumas informações e usar o dispositivo na hora das compras. Desse modo, não será preciso sair de casa com dinheiro ou cartões.

2. Cartões pré-pagos

Em 2016, de acordo com pesquisas da área, a queda nas vendas do varejo foi a maior da sua história. Diante dela, o setor se viu obrigado a usar a criatividade e iniciou a produção de cartões com marca própria, a fim de vender produtos específicos. Uma inovação que é garantia de rentabilidade e investimento baixo.

Nesse sentido, cartões pré-pagos têm uma boa capacidade de atrair um público amplo — pois muitas pessoas desejam controlar o orçamento da própria família —, além de atender à população que não possui conta em banco e, portanto, têm pouco acesso ao crédito convencional. Por meio deles, o usuário pode colocar créditos e realizar compras normalmente, limitadas de acordo com esse saldo.

3. Bitcoins

Uma moeda bem diferente do Real, por exemplo, a bitcoin não se encontra na carteira ou no bolso de uma calça, justamente por existir apenas virtualmente. Além disso, não é uma moeda produzida por um banco, como o Banco Central, mas sim por diversos computadores.

Em primeiro lugar, o varejo que utilizar essa tecnologia como pagamento pode lucrar devido à tarifa baixa e à ausência de impostos. Sem contar que essa é uma moeda global, ou seja, possível de utilizar em qualquer lugar do mundo.

Outra grande vantagem das bitcoins é que elas são mais difíceis de serem roubadas — a menos que seja possível acessar o computador do usuário e realizar uma transferência. Mas isso, com certeza, é mais difícil do que roubar uma carteira física.

4. Private label

Em tradução do inglês, “private label” significa algo como “cartão de marca própria”. Estamos falando aqui de uma estratégia de sucesso muito utilizada nas redes varejistas nacionais — como a Saraiva, a Casas Bahia, a Renner, entre outras — para oferecer opções diferenciadas aos seus clientes na hora do pagamento.

Existem dois tipos de cartões private label: o exclusivo e o misto. O primeiro deles é utilizado apenas para comprar produtos da loja específica; enquanto o segundo, também conhecido como modelo open private, pode ser utilizado tanto no estabelecimento quanto em outros locais.

5. Near Field Communication

Outro termo em inglês, Near Field Communication (ou NFC) pode ser traduzido ao pé da letra como “comunicação próxima ao campo”. Consiste, basicamente, em uma tecnologia movida à radiofrequência que possibilita a troca de informações entre dispositivos de maneira segura.

Criada em 2002, a NFC já é usada por diversas empresas brasileiras sem que os seus donos saibam disso. É essa tecnologia, por exemplo, que garante que um cartão de metrô, quando aproximado do leitor, libere a entrada do passageiro.

Quando configurada para o contexto dos meios de pagamento no varejo, especificamente, a Near Field Communication assume um papel inovador e alinhado aos novos conceitos digitais de consumo, como da seguinte forma:

  1. o lojista informa o valor da compra e a opção de pagamento na máquina;

  2. o cliente seleciona em seu smartphone a forma de pagamento e qual cartão deseja utilizar;

  3. ele aproxima o celular da máquina e digita a senha do seu cartão;

  4. o pagamento é concretizado com sucesso.

6. Crediário web

O crediário é uma alternativa de pagamento já utilizada no Brasil há algumas décadas. A princípio, ela pode não parecer muito inovadora em termos de facilitar os procedimentos de compra — no entanto, ela tem potencial para se tornar um recurso poderoso quanto ao aumento das vendas.

Dito isso, o crediário web, quando adaptado às tecnologias digitais, permite que o varejista envie aos seus clientes:

  • lembretes de datas de vencimento de boletos;

  • cobranças;

  • notas de agradecimento aos clientes pontuais;

  • entre outras notificações que permitam uma relação prática e moderna de fidelização.

7. Wearables

Por mais que pareça uma realidade distante, você sabia que já é possível realizar compras por meio de um smartwatch (relógio inteligente), uma pulseira e até um simples adesivo? Na verdade, essa é uma das grandes tendências para os meios de pagamento que se consolidará no varejo nos próximos anos.

Com base na mesma tecnologia utilizada na NFC, os wearables foram testados durante a realização das Olimpíadas no Rio de Janeiro, quando a visa disponibilizou para diversos atletas anéis que atuavam como dispositivos de pagamento nas máquinas da Visa. A iniciativa teve como finalidade a comprovação de que essa tecnologia é, sim, aplicável, precisando apenas de um pouco mais de tempo para ser amplamente propagada.

Como você pôde conferir neste artigo, o futuro reserva inúmeras alternativas eficientes e inovadoras para os meios de pagamento, e quem mais se beneficiará com isso são os consumidores do mercado varejista.

A adoção dessas tendências futuras como meios de pagamento já tem gerado o aumento de vendas e, claro, fidelizado muitos clientes. Assim investir em ferramentas como essas é garantir segurança, praticidade e, principalmente, a fidelização dos consumidores!

Então, gostou da leitura? Agora que você já conhece as principais tendências para os meios de pagamento no varejo, não deixe de conferir nosso e-book sobre o que você precisa saber sobre o cartão próprio de loja!

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